Plínio Valério nega ser aliado de Bolsonaro e esclarece posição sobre o Fundo Amazônia

Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa ordinária destinada à deliberação de autoridades sabatinadas pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e pela Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI). Também está na ordem do dia o PLP 41/2019, que define mecanismos de avaliação e revisão dos incentivos e benefícios fiscais. Em discurso, à tribuna, senador Plínio Valério (PSDB-AM). Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

O senador Plínio Valério (PSDB-AM) esclareceu que não é aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro, após uma publicação afirmar que ele integraria a base de apoio do ex-chefe do Executivo em discussões relacionadas ao Fundo Amazônia.

Segundo o parlamentar, sua posição é independente e baseada na análise de cada tema. “Pensamos o mesmo em alguns casos e divergimos em outros. Eis aí a essência da democracia”, afirmou.

Plínio também ressaltou que suas críticas estão direcionadas à forma como os recursos do Fundo Amazônia são aplicados, e não à existência do mecanismo. De acordo com o senador, o debate deve se concentrar na transparência e na eficiência da gestão dos recursos destinados à preservação ambiental e ao desenvolvimento sustentável da região.

A gestão do Fundo Amazônia será discutida em audiência na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), que contará com a participação do superintendente-geral da Fundação Amazonas Sustentável (FAS), Virgílio Viana. O objetivo é apresentar informações sobre os projetos financiados pelo fundo no estado.

Atualmente, o Fundo Amazônia apoia 103 projetos em todo o Brasil, dos quais 19 são desenvolvidos no Amazonas. O debate deve abordar a aplicação dos recursos, os resultados alcançados e os impactos das iniciativas na conservação ambiental e no desenvolvimento das comunidades amazônicas.

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