Um crime que abalou a zona sul de Manaus resultou na prisão preventiva de um homem de 26 anos, acusado de estupro de vulnerável contra o próprio sobrinho, uma criança de apenas 3 anos. A ação foi realizada pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), na segunda-feira (16), após investigação iniciada a partir de uma denúncia familiar. O caso ocorreu na quinta-feira (12), no bairro Educandos.
De acordo com a delegada Mayara Magna, titular da Depca, a denúncia partiu da própria mãe do suspeito, avó da vítima, que percebeu sinais físicos e comportamento incomum na criança ao chegar em casa. Ao verificar a situação, ela constatou que o menino apresentava dores nas partes íntimas e sinais visíveis de vermelhidão. Questionada, a criança apontou o próprio tio como responsável pela agressão, o que levou a mulher a procurar imediatamente a delegacia especializada.
Diante da gravidade dos fatos, a Polícia Civil iniciou os procedimentos investigativos e representou à Justiça pela prisão preventiva do suspeito, que foi prontamente decretada. O homem foi localizado e preso em seu local de trabalho, sem oferecer resistência. Ele responderá pelo crime de estupro de vulnerável, passará por audiência de custódia e permanecerá à disposição da Justiça.
Crime chocante foi denunciado pela própria avó da criança após sinais de violência; suspeito foi localizado e preso no local de trabalhoA Polícia Civil reforça a importância da denúncia em casos de violência contra crianças e adolescentes e destaca que o sigilo do denunciante é garantido. Informações podem ser repassadas de forma anônima pelos números (92) 99962-2441 (Depca), 197 ou (92) 3667-7575 (PC-AM), além do 181 da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM).
O registro de Boletim de Ocorrência (BO) pode ser feito presencialmente na sede da Depca, localizada na avenida Via Láctea, conjunto Morada do Sol, bairro Aleixo, zona centro-sul de Manaus, ou em qualquer delegacia mais próxima. Também é possível registrar a ocorrência por meio da Delegacia Virtual (Devir), ampliando o acesso da população aos canais de denúncia e proteção.








