Ação simbólica marca fase final da restauração completa da praça centenária e destaca políticas de cuidado humano com pessoas em situação de rua
Manaus – O prefeito de Manaus, David Almeida, e o vice-prefeito e titular da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf), Renato Junior, participaram, na tarde desta sexta-feira (10/10), de um ato simbólico de plantio de oliveiras na praça dos Remédios, localizada no Centro Histórico da capital. A iniciativa integra a reta final das obras de restauração completa do espaço centenário, que segue em fase de acabamento.
“Estamos plantando uma oliveira aqui na praça dos Remédios. Daqui a 100 anos essa árvore vai estar aqui. É um plantio histórico que simboliza a restauração completa deste importante espaço público. Estamos devolvendo a Manaus sua dignidade, devolvendo o Centro para seus moradores e oferecendo dignidade às pessoas que antes viviam em situação de rua neste local”, afirmou o prefeito.

Antes do início das obras, a Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal da Mulher, Assistência Social e Cidadania (Semasc), realizou um trabalho de abordagem e acolhimento social com todas as pessoas em situação de rua que ocupavam a praça. A ação incluiu escuta qualificada, encaminhamentos para abrigos, atualização cadastral e inclusão em programas de assistência e saúde.
O vice-prefeito Renato Junior destacou que a revitalização do Centro Histórico vai além das melhorias urbanas. “É uma gestão que cuida da infraestrutura, com paisagismo, iluminação e segurança, mas também das pessoas. Estamos entregando o Centro revitalizado e, ao mesmo tempo, garantindo acolhimento para quem vivia aqui”, disse.

Praça centenária e marco da memória manauara
Conhecida historicamente como praça Torquato Tapajós, a praça dos Remédios tem registros cartográficos desde 1856, quando aparecia como “largo dos Remédios” nas plantas da cidade. O espaço ganhou formato de praça no final do século 19, consolidado pela construção de sua escadaria — contrato assinado em 28 de fevereiro de 1899, data reconhecida como marco oficial de sua transformação no ponto histórico que permanece na memória dos manauaras.








