A roda-gigante da Ponta Negra tem gerado debate nas redes, mas é importante lembrar: ela não é pública. O equipamento é operado por uma empresa privada, que investiu na instalação, manutenção e operação tudo por conta própria.
O município apenas autoriza e fiscaliza o funcionamento, garantindo segurança e normas técnicas. Já a cobrança de ingresso é responsabilidade exclusiva da operadora.
O valor? R$ 40 por volta.
E quando comparado com outras rodas-gigantes instaladas em áreas públicas como a Rio Star (RJ) e a Big Wheel (Balneário Camboriú), que cobram a partir de R$ 59,90 a de Manaus se destaca como a mais barata entre as grandes atrações similares do país.
Mesmo com discussões online, a novidade promete movimentar ainda mais a orla, ampliar as opções de lazer e fortalecer o setor de entretenimento neste período natalino.








