Cerimônia ocorreu nesta quarta-feira (8) na sede da Semed. Novo titular assume a terceira maior rede municipal de ensino do Brasil, com 250 mil alunos.
O prefeito de Manaus, Renato Junior, empossou nesta quarta-feira (8) o professor Arone Bentes como o novo titular da Secretaria Municipal de Educação (Semed). A cerimônia, realizada na sede da pasta, na Zona Centro-Sul da capital, reuniu autoridades e servidores para marcar a troca de comando na gestão educacional do município.
Durante a solenidade, Renato Junior destacou que a escolha de Bentes foi pautada por critérios técnicos e pela trajetória pessoal do novo secretário.
“Escolhi alguém que teve a vida transformada pela educação. Alguém que conhece a rede, que já foi aluno, que tem capacidade técnica e sensibilidade para entender o que a educação representa na vida das pessoas”, afirmou o prefeito.
O chefe do Executivo municipal ressaltou ainda que o objetivo é dar continuidade ao modelo de gestão atual, focado em resultados e presença nas unidades escolares.
Desafios da rede municipal
O novo secretário assume o comando da terceira maior rede municipal de ensino do país. Atualmente, a Semed Manaus conta com:
-
250 mil alunos matriculados;
-
Mais de 500 unidades de ensino;
-
Cerca de 20 mil servidores (diretos e indiretos).
Em seu discurso de posse, Arone Bentes defendeu a educação como ferramenta estratégica de combate às desigualdades. “Nossa missão é clara: educar para enfrentar o maior desafio das cidades, que é a ignorância. Educar é preparar crianças, jovens e adultos para o exercício pleno da cidadania”, declarou o secretário.
SIGA NOSSO CANAL PORTAL PONTA NEGRA MANAUS

Prioridades da gestão
Entre as metas estabelecidas pela prefeitura para este novo ciclo, estão o fortalecimento da aprendizagem em disciplinas fundamentais, como Língua Portuguesa e Matemática, além da melhoria da infraestrutura das escolas e o combate ao analfabetismo.
O prefeito Renato Junior reforçou que a gestão será pautada pela “escuta ativa” e visitas constantes às unidades de ponta. “É preciso olhar de perto, ir às unidades, ouvir quem está na ponta. Tem criança que só tem alimentação na escola. Isso exige sensibilidade e responsabilidade”, concluiu.








