No Dia de Combate ao Bullying nas escolas, a deputada estadual Débora Menezes reforçou a necessidade de enfrentar uma realidade que ainda atinge milhares de crianças e adolescentes dentro do ambiente escolar.
O bullying vai além de conflitos pontuais. Trata-se de agressões repetidas, que envolvem humilhação, intimidação e exclusão. Em casos mais graves, chega à violência física e deixa marcas profundas na saúde emocional das vítimas.
“Hoje nós não estamos aqui apenas para lembrar uma data. Estamos falando de realidade. Nao sao casos isolados, quem sofre com o bullying poderia ser os filhos de qualquer um de nós.”, afirmou a parlamentar.

Com o avanço das redes sociais, o problema também ultrapassou os muros da escola. O cyberbullying ampliou o alcance das agressões e tornou ainda mais difícil interromper esse ciclo de violência.
Desde o início do mandato, Débora Menezes tem acompanhado de perto a realidade das escolas, tanto na capital quanto no interior, por meio da Procuradoria Especial da Criança e do Adolescente da ALEAM, que coordena.
A atuação envolve acompanhamento de casos, acolhimento de vítimas e ações preventivas. Desde 2024 equipes da Procuradoria realizam palestras em escolas, levando orientação sobre respeito, convivência, saúde mental e uso responsável da internet para estudantes, professores e famílias.
Casos recentes acompanhados pelo mandato reforçam a gravidade do problema. Situações de agressão dentro do ambiente escolar continuam sendo registradas e exigem resposta imediata da rede de proteção.
“Enquanto muitos ainda tratam o bullying como uma simples brincadeira, crianças continuam sofrendo dentro das escolas. Só é brincadeira quando não é o seu filho que não volta para casa”, declarou.
No campo legislativo, a deputada também tem avançado com medidas concretas. É autora da Lei nº 7.377/2025, que obriga a notificação de casos de bullying e cyberbullying nas escolas, garantindo que essas situações sejam encaminhadas às autoridades.
Outra iniciativa é a Lei nº 8.081/2026, que permite o uso de tecnologias, como inteligência artificial, como ferramenta de prevenção e combate ao bullying dentro do ambiente escolar. Além disso, a Lei nº 7.090 garante atendimento mais humanizado dentro das escolas, especialmente para crianças com TEA, que muitas vezes são alvos fáceis dessa violência.
Para Débora Menezes, o enfrentamento ao problema passa por ação contínua e responsabilidade coletiva.
“Se a escola do seu filho não tem programas de prevenção ao bullying, procure a Procuradoria da Criança e do Adolescente. Nós estamos à disposição para levar orientação e ações às escolas”, afirmou.

A parlamentar defende que o combate ao bullying não é apenas uma pauta educacional, mas uma medida de proteção integral à infância.
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