Débora Menezes reforça prevenção, cuidado e escuta qualificada no atendimento à gravidez na adolescência durante seminário estadual

Evento na Aleam reúne especialistas e profissionais de saúde para discutir escuta qualificada, fluxos de atendimento e o fortalecimento de políticas públicas para jovens de 10 a 19 anos.

A prevenção da gravidez na adolescência e o fortalecimento da rede de proteção estarão no centro do 1º Seminário Estadual sobre o tema, que será realizado nos dias 24 e 25 de março, no Auditório Belarmino Lins, na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam). A iniciativa é promovida pela Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM) e conta com o apoio da deputada estadual Débora Menezes (PL), que também atua como procuradora da criança e do adolescente.

A proposta é reunir profissionais que atuam diretamente com adolescentes e jovens para discutir caminhos mais eficientes de prevenção e qualificação do atendimento na rede de saúde.

Um dos pontos centrais do seminário é a escuta qualificada, considerada essencial para identificar sinais, garantir acolhimento adequado e evitar a revitimização, sem julgamentos ou diagnósticos precipitados, permitindo compreender cada situação dentro do seu contexto.

A programação prevê debates sobre prevenção da gravidez na adolescência, atualização técnica e a construção de fluxos de atendimento para casos envolvendo adolescentes de 10 a 19 anos.

O público é formado por profissionais de saúde da rede pública, privada e de organizações sociais, da atenção básica à especializada, além de coordenadores municipais da área e profissionais dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs).

Como procuradora da criança e do adolescente, Débora Menezes tem direcionado sua atuação para o fortalecimento de políticas públicas voltadas à prevenção, à orientação e à qualificação do atendimento.

Esse trabalho também se reflete na construção de iniciativas que fortalecem a rede de proteção, como o Projeto de Lei nº 605/2025, além da Lei nº 7.419, que estabelece a comunicação obrigatória de casos na rede escolar, e da Lei nº 8.101/2026, de sua autoria, que garante a capacitação dos profissionais que atuam diretamente com esse público.

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