SUSPEITO DE ASSALTO AO MUSA E OUTROS ROUBOS EM MANAUS CONFESSA PARTICIPAÇÃO EM LATROCÍNIO NO SÃO JOSÉ

Além do crime que matou um comerciante no bairro São José Operário, investigação aponta envolvimento do suspeito no assalto ao Museu da Amazônia e em outros roubos registrados na capital.

Suspeito investigado por latrocínio e assalto ao Musa é preso em Manaus
Foto: Reprodução

POLÍCIA APONTA ENVOLVIMENTO EM OUTROS CRIMES

A prisão de Luís Fernando Branches de 21 anos por participação no latrocínio que matou o comerciante Evilázio Alves da Silva, de 60 anos, também abriu novas frentes de investigação em Manaus. Além do crime ocorrido no bairro São José Operário, a Polícia Militar do Amazonas (PMAM) identificou indícios que ligam o suspeito a outros roubos registrados na capital.

Segundo a Rocam, o homem confessou participação no latrocínio durante a abordagem. Além disso, ele afirmou aos policiais que efetuou o disparo que atingiu a vítima. Durante as diligências, os agentes confirmaram que o suspeito já figurava em investigações relacionadas a outros crimes patrimoniais.

ASSALTO AO MUSA ENTROU NA LINHA DE INVESTIGAÇÃO

De acordo com as investigações, o suspeito também pode ter participado do assalto ao Museu da Amazônia (Musa), ocorrido no dia 18 de janeiro deste ano, na zona norte de Manaus. Na ocasião, criminosos armados invadiram o espaço turístico e renderam visitantes.

Em seguida, o grupo roubou celulares, dinheiro e outros pertences das vítimas. Além disso, os criminosos amarraram várias pessoas dentro dos banheiros do local para dificultar qualquer reação. Por isso, o caso ganhou grande repercussão em Manaus e mobilizou as forças de segurança do estado.

Ainda segundo a polícia, as investigações avançaram após a prisão do suspeito. Dessa forma, os agentes passaram a cruzar informações sobre a atuação do grupo criminoso em diferentes regiões da cidade.

DROGAS E NOVOS ALVOS DA INVESTIGAÇÃO

Durante os desdobramentos da ocorrência, o suspeito indicou endereços utilizados por outros integrantes do grupo. Com base nessas informações, as equipes seguiram até uma residência na rua 75, no bairro Francisca Mendes.

No local, os policiais encontraram uma porção grande de oxi e seis porções médias de maconha do tipo skunk. Além disso, os agentes recolheram materiais que podem contribuir para o avanço das investigações.

Ao mesmo tempo, a Rocam identificou um segundo homem suspeito de fornecer a motocicleta utilizada durante a ação criminosa. Por isso, os policiais também conduziram o indivíduo para prestar esclarecimentos.

O assalto ao Museu da Amazônia figura entre os crimes de maior repercussão registrados em Manaus neste ano. Na época, visitantes viveram momentos de tensão após a invasão de criminosos armados em um dos principais pontos turísticos da cidade. Além disso, o caso chamou a atenção pela violência empregada contra as vítimas.

Agora, a prisão do suspeito de participação no latrocínio do São José pode ajudar a polícia a esclarecer outros roubos atribuídos ao mesmo grupo criminoso. Dessa maneira, as investigações buscam identificar novas vítimas, localizar comparsas e mapear a atuação da organização em diferentes bairros da capital.

Por fim, a Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) continua as investigações para identificar todos os envolvidos no latrocínio e nos demais crimes atribuídos ao grupo. Enquanto isso, as forças de segurança mantêm as buscas por outro suspeito que continua foragido.

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Suspeito investigado por latrocínio e assalto ao Musa é preso em Manaus
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