Prefeito afirma que benefício será condicionado ao cumprimento de critérios técnicos e atribui paralisação de cooperativa a motivação política.
O prefeito de Manaus, Renato Junior, afirmou nesta quinta-feira (2) que o subsídio destinado ao transporte complementar da capital será mantido, mas o repasse dependerá do cumprimento de critérios técnicos estabelecidos pelo Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU).
Segundo o prefeito, a prefeitura concluiu o processo de licitação e regulamentação do sistema de transporte alternativo, permitindo que os permissionários passem a atuar de forma regular e possam receber incentivos financeiros do município.
De acordo com Renato Junior, o objetivo do subsídio é contribuir para a renovação da frota e melhorar a qualidade do serviço oferecido à população.
Conforme o IMMU, o pagamento do benefício estará condicionado à adequação das rotas e horários definidos pelo instituto, à capacitação dos operadores pela Escola Pública de Trânsito e Transporte e à adesão dos permissionários às linhas de financiamento para renovação dos veículos.
Ao comentar a paralisação registrada na manhã desta quinta-feira, o prefeito afirmou que apenas uma das sete cooperativas participou do movimento e atribuiu o protesto a interesses políticos.
Durante entrevista coletiva, Renato Junior também declarou que um micro-ônibus teria sido incendiado durante a manifestação para chamar atenção para o movimento. A afirmação foi feita pelo prefeito durante evento de assinatura da ordem de serviço para a construção de um complexo esportivo e de lazer no bairro Jorge Teixeira.
A prefeitura informou que segue em diálogo com a categoria e reforçou que o objetivo das medidas é garantir melhorias no transporte complementar e mais qualidade no atendimento aos usuários.








