Ação conjunta da Polícia Civil e órgãos federais resultou na captura de foragidos por crimes como homicídio, estupro, tráfico e latrocínio
A Operação Convergência, deflagrada entre os dias 22 e 24 de julho, levou à prisão de 22 criminosos considerados de alta periculosidade no estado do Amazonas. As capturas, realizadas principalmente em Manaus, também ocorreram nos municípios de Maués e Coari, e tiveram como foco o cumprimento de mandados judiciais contra autores de crimes graves.
Entre os presos estão indivíduos com mandados de prisão preventiva ou condenações definitivas por homicídio, estupro de vulnerável, tráfico de drogas, roubo, latrocínio e furto qualificado. Todos os detidos cumprirão pena em regime fechado, conforme destacou o delegado Fábio Aly, titular da Delegacia Especializada em Capturas e Polinter (DECP), responsável pela coordenação da operação.

Durante a coletiva de imprensa, o delegado-geral adjunto da Polícia Civil do Amazonas, Guilherme Torres, enfatizou que a operação priorizou o combate a crimes violentos, especialmente homicídios e tráfico de entorpecentes.
Entre os capturados, destacam-se:
-
C. S. G., 36 anos, condenado a 13 anos por tráfico de drogas e tentativa de homicídio qualificado, crime ocorrido em 2012;
-
P. B. H., 23 anos, preso por tentativa de homicídio em 2023; com ele foram apreendidas uma pistola 9 mm e drogas;
-
S. M. R., 42 anos, envolvido em um latrocínio em 2008, durante o assalto a uma mercearia em Manaus;
-
G. C. M., foragido por homicídio em Amapari (AP);
-
E. S. C., condenada a mais de 16 anos de prisão por reincidência no tráfico de drogas.

A ação foi coordenada pela Polícia Civil do Amazonas, por meio da DECP, em parceria com o Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab) do Ministério da Justiça, a Secretaria Executiva Adjunta de Inteligência (Seai) e a Polícia Militar do Amazonas (PMAM).
A população pode colaborar com as autoridades, denunciando foragidos por meio do WhatsApp da Polinter, no número (92) 3667-7727, ou pelo Disque Denúncia 181. A identidade do denunciante é mantida em absoluto sigilo.








