O esporte brasileiro perdeu nesta sexta-feira (17) um de seus maiores ídolos. Oscar Schmidt morreu aos 67 anos, em São Paulo, após enfrentar por cerca de 15 anos um tumor cerebral.
De acordo com informações divulgadas, o ex-jogador passou mal em sua residência, em Santana de Parnaíba (SP), sendo socorrido e encaminhado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA), mas não resistiu.
Reconhecido mundialmente por sua precisão nos arremessos e espírito competitivo, Oscar construiu uma carreira brilhante e se tornou o maior nome da história do basquete brasileiro. Apelidado de “Mão Santa”, ele acumulou recordes e protagonizou momentos históricos com a Seleção Brasileira e em clubes internacionais.
Ao longo de décadas, Oscar Schmidt foi mais do que um atleta: tornou-se símbolo de dedicação, patriotismo e excelência esportiva. Sua decisão de abrir mão da NBA para continuar defendendo a Seleção Brasileira marcou sua trajetória e reforçou sua identidade como ídolo nacional.
Mesmo fora das quadras, manteve-se presente no cenário esportivo e inspirou novas gerações. Sua luta contra a doença também foi marcada por coragem e transparência, sendo acompanhada por fãs em todo o país.
Em nota, a assessoria destacou que “sua trajetória brilhante dentro das quadras e sua personalidade marcante fora delas deixam um legado que transcende o esporte e inspira gerações no Brasil e no mundo”.
A despedida de Oscar será realizada de forma reservada, restrita aos familiares, atendendo ao desejo da família por um momento íntimo. Sua partida encerra um capítulo histórico do esporte brasileiro, mas seu legado permanece eterno na memória dos fãs e na história do basquete mundial.
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