Intervenção no bairro Jorge Teixeira já atinge 80% de execução; projeto de 4,5 km foca no alargamento do leito e na urbanização das margens.
O prefeito de Manaus, David Almeida, acompanhou nesta sexta-feira (27) o andamento das obras de revitalização e reurbanização do igarapé do Mindu, no bairro Jorge Teixeira, zona Leste da capital. Segundo a gestão municipal, a intervenção já alcançou 80% de execução e atua diretamente na redução de alagações em uma das áreas mais afetadas por enchentes na cidade.
O projeto abrange um trecho de aproximadamente 4,5 quilômetros, estendendo-se desde a nascente até a avenida Grande Circular. Entre as principais ações estão o alargamento do leito, a reurbanização das margens e a melhoria da fluidez das águas.
“Estamos trabalhando na revitalização e reurbanização do igarapé do Mindu. Veja o tamanho dessa obra, são 4 quilômetros e meio. Nesse momento, a obra está em plena execução e já tem ajudado a diminuir a incidência de enchentes nessa zona da cidade”, afirmou David Almeida durante a vistoria.
Infraestrutura e Prevenção
De acordo com o superintendente da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf), Alessandro Rodrigues, a ampliação da capacidade de escoamento é o diferencial técnico da obra. “O igarapé ficou mais largo, permitindo maior fluidez das águas e reduzindo consideravelmente as alagações aqui no Jorge Teixeira”, explicou.
Além do aspecto estrutural, a obra incorpora:
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Contenção e estabilização: Redução de processos erosivos nas margens;
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Combate ao assoreamento: Aumento da durabilidade da drenagem;
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Urbanização: Melhoria da segurança e mobilidade para os moradores locais.

Contexto Urbano
A intervenção em Manaus ocorre em meio ao aumento de eventos climáticos extremos no Brasil. Ao investir na requalificação ambiental e na drenagem de áreas densamente ocupadas, a prefeitura busca consolidar uma estratégia de prevenção de riscos urbanos.
Para os moradores da zona Leste, os resultados práticos já são sentidos com a redução dos impactos das chuvas recentes. A expectativa é que, com a conclusão dos 20% restantes, o sistema de drenagem opere em sua capacidade máxima.








