Projeto prevê a restauração de casarão histórico na Ilha de São Vicente para abrigar startups e centros de pesquisa; recursos vêm de convênio com o Governo Federal.
O prefeito de Manaus, David Almeida, anunciou nesta segunda-feira (16) a viabilização de mais de R$ 14 milhões para a implantação do Parque Tecnológico do Distrito de Inovação do Largo de São Vicente, localizado no Centro da capital. O projeto visa transformar o patrimônio histórico em um polo de tecnologia e economia criativa.
O montante é fruto de um convênio entre a Secretaria Municipal do Trabalho, Empreendedorismo e Inovação (Semtepi) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), braço do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
Divisão dos investimentos
Do total investido, a maior parte provém de recursos federais não reembolsáveis:
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R$ 10,2 milhões: Repassados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT/Finep).
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R$ 4 milhões: Contrapartida da Prefeitura de Manaus.
O Projeto
O foco central da iniciativa é a restauração de um casarão histórico situado na Ilha de São Vicente, em frente ao mirante Lúcia Almeida. O prédio será adaptado para receber um ecossistema de inovação que reunirá:
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Startups e empresas de tecnologia;
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Unidades acadêmicas e universidades;
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Centros de pesquisa aplicada.
“Vamos levar tecnologia e inovação para essa área dentro do conceito de cidade inteligente no centro de Manaus. Com essa parceria, vamos iniciar em breve as obras de restauro e devolver aquele espaço público em forma de serviços para a população”, afirmou o prefeito David Almeida durante o anúncio no Centro de Cooperação da Cidade (CCC).

Prazos e Impacto
Segundo a Semtepi, o prazo para a execução total do convênio é de 60 meses (5 anos). Este período compreende desde as obras de recuperação estrutural do imóvel até a instalação da infraestrutura tecnológica e o início das atividades operacionais.
Para o secretário da Semtepi, Alonso Oliveira, o projeto é “estruturante” e busca consolidar Manaus como uma referência tecnológica na região Norte, focando em soluções para os desafios urbanos e ambientais da Amazônia.
A ação faz parte do plano de revitalização do Centro Histórico, tentando aliar a preservação do passado arquitetônico com a “nova economia” digital.








