
Rafael Pereira Freitas, apontado pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) como um dos principais suspeitos de envolvimento na morte do investigador Luciano Carvalho de Sena, morreu neste sábado (25) durante uma operação conjunta realizada no distrito de Novo Remanso, em Itacoatiara, a 176 quilômetros de Manaus.
Rafael Pereira Freitas morre durante operação policial
Segundo a Polícia Civil, equipes da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core), do Departamento de Investigação sobre Narcóticos (Denarc) e da Delegacia Fluvial (Deflu) localizaram Rafael após um trabalho de inteligência.
Quando os policiais tentaram cumprir a abordagem, o suspeito reagiu e atirou contra a equipe. Em seguida, os agentes revidaram e houve uma intensa troca de tiros.
Durante o confronto, Rafael Pereira Freitas sofreu ferimentos por disparos. Logo depois, os policiais prestaram socorro e o encaminharam ao Hospital Regional José Mendes. No entanto, ele não resistiu aos ferimentos.
Rafael Pereira Freitas era investigado pela morte de investigador
De acordo com as investigações, Rafael estava foragido desde a última sexta-feira (24), quando o investigador Luciano Carvalho de Sena, de 44 anos, morreu durante uma operação do Denarc no bairro Alvorada, zona Centro-Oeste de Manaus.
Na ocasião, policiais civis tentavam abordar ocupantes de uma caminhonete suspeita. Entretanto, os investigados reagiram e iniciaram uma intensa troca de tiros. Durante a ação, disparos atingiram o investigador Luciano Carvalho. Mesmo assim, colegas de corporação prestaram socorro imediato, mas ele não resistiu aos ferimentos.
Investigações continuam
Além de Rafael, a Polícia Civil já prendeu Mayara Silva da Silva, investigada por participação no caso, e outro suspeito durante o avanço das investigações.
Agora, a Polícia Civil prossegue com o inquérito para esclarecer a participação de todos os envolvidos no ataque que resultou na morte do investigador Luciano Carvalho.
Por fim, a morte de Rafael Pereira Freitas marca uma nova fase das investigações. Enquanto isso, a Polícia Civil continua reunindo provas para concluir o inquérito e responsabilizar todos os envolvidos no caso.
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