Deputada realizou fiscalização em escola cívico-militar de Manaus, identificou ausência de monitores devido a atrasos salariais e afirmou que buscará junto ao Governo do Estado a regularização dos pagamentos para garantir o funcionamento integral do modelo de ensino.
A deputada estadual Débora Menezes (PL) esteve nesta terça-feira, 7/7, na Escola Estadual Cívico-Militar Fueth Paulo Mourão, localizada no bairro São Jorge, zona Oeste de Manaus, para uma fiscalização in loco do funcionamento do modelo cívico-militar de ensino, política pública que tem origem em lei de autoria da parlamentar.
Durante a visita, a deputada constatou a ausência de monitores em sala de aula, relacionada a pendências no pagamento dos profissionais responsáveis pelo acompanhamento disciplinar dos alunos. “É fundamental que a gente acompanhe de perto se as leis que aprovamos estão realmente sendo cumpridas. Encontramos monitores fora de sala por conta de salários em atraso, e isso precisa ser resolvido”, afirmou Débora Menezes.
A parlamentar informou que vai dialogar diretamente com o governador Roberto Cidade para tratar da regularização dos pagamentos, com o objetivo de garantir o retorno imediato dos monitores às atividades escolares.
Modelo cívico-militar é lei do mandato
O modelo de ensino cívico-militar nas escolas estaduais do Amazonas foi instituído a partir de lei de autoria de Débora Menezes, que assumiu o protagonismo da pauta após o encerramento do programa federal PECIM. Atualmente, o Amazonas conta com 7 escolas nesse formato.
Segundo a deputada, os resultados têm sido positivos nas unidades onde o modelo funciona de forma integral: mais disciplina, mais organização e melhora no desempenho escolar dos estudantes. “As escolas cívico-militares garantem um ensino de mais qualidade para os nossos jovens, mas, para isso, é preciso que toda a estrutura, inclusive o pagamento dos monitores, esteja em dia”, destacou.

A fiscalização faz parte de uma série de visitas que a deputada tem realizado às unidades cívico-militares do estado, com o objetivo de acompanhar de perto a aplicação da lei e cobrar, junto ao Governo do Estado, soluções para as pendências identificadas.








