Base Arpão 2 apreende cocaína escondida em cilindros frigoríficos no interior do Amazonas

Droga avaliada em R$ 1,5 milhão foi encontrada em ferry boat abordado pela Base Arpão 2 no município de Coari

Foto: Divulgação/SSP-AM

A Polícia Militar do Amazonas (PMAM), por meio da Base Fluvial Arpão 2, apreendeu mais de 23 quilos de entorpecentes durante uma abordagem realizada na madrugada desta quinta-feira (07/05), no município de Coari, a 363 quilômetros de Manaus. A droga estava escondida dentro de dois cilindros compressores frigoríficos transportados em uma embarcação.

A apreensão ocorreu por volta de 0h45, durante a Operação Fronteira Mais Segura/Fronteira Mais Segura, coordenada pela Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM). A fiscalização foi realizada no ferry boat Banzeiro.

Segundo a PM, a equipe policial identificou a presença dos entorpecentes no setor de cargas da embarcação com auxílio da cadela policial Íris, especializada em faro de drogas.

Ao abrirem os cilindros, os policiais encontraram aproximadamente 23 quilos de pasta-base de cocaína escondidos no interior dos equipamentos.

De acordo com o comandante da Base Arpão 2, capitão Marcos Barroso, o prejuízo estimado ao tráfico de drogas ultrapassa R$ 1,5 milhão.

Todo o material apreendido foi encaminhado para a Delegacia da Polícia Civil instalada na Base Arpão 2, onde serão conduzidas as investigações para identificar os responsáveis pelo transporte da carga ilícita.

As bases fluviais têm sido fundamentais no combate ao tráfico de drogas no Amazonas, principalmente devido às rotas utilizadas por organizações criminosas através dos rios da região. A Base Arpão 2 atua estrategicamente em operações de fiscalização e interceptação de embarcações suspeitas, reforçando o monitoramento das fronteiras e dificultando o escoamento de entorpecentes no estado.

A apreensão reforça o papel das operações integradas de segurança no enfrentamento ao narcotráfico no Amazonas. A Polícia Civil seguirá investigando a origem e o destino da droga apreendida, além de tentar identificar os envolvidos no esquema criminoso.

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Foto: Ilustração
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